quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

Divinópolis de Goiás: Consumidores poderão trocar lâmpadas de alto consumo de energia pelas de LED



A associação Viver para Servir, em parceira com a Celg Distribuição, através do programa Luz Solidária estará realizando troca de lâmpadas em Divinópolis de Goiás.

Será realizado gratuitamente a troca de lâmpadas incandescentes ou fluorescentes, que tem alto consumo de energia, por lâmpadas LED.

A ação tem como objetivo incentivar o consumo consciente.

A ação será realizada no dia 13 de março das 08:30 as 17hs no Clube Recreativo Monjolo.

Para conseguir efetuar a troca, será necessário levar documento original com foto, uma conta de energia dos últimos três meses e duas lâmpadas incandescentes ou fluorescentes.

COD prende foragido da justiça na GO-118



Policiais do Comando de Operações de Divisas (COD) prenderam um homem foragido da justiça de Planaltina e Brasília.

A prisão ocorreu após os policiais abordarem o suspeito que estava em um VW Voyage na GO-118, no município de Teresina de Goiás.

Ao consultar os antecedentes, constatou-se que havia em desfavor de M.J.F., dois mandados de prisão ‘tentativa de homicídio’ (reincidente) expedidos pelas comarcas dos municípios de Planaltina e Brasília.

Diante do exposto o autor recebeu voz de prisão, sendo conduzido e apresentado na delegacia de Cavalcante, ficando a disposição da justiça.

O suspeito ainda possui passagens por tráfico de drogas no estado do Tocantins.

O COD tem realizado um excelente trabalho, com operações em diversos municípios do nordeste goiano.

Deputado Henrique Arantes propõe diálogo e articulação para derrubar veto do governo às emendas parlamentares



Os vetos do governador de Goiás, Marconi Perillo às emendas individuais dos deputados estaduais praticamente dominaram a primeira sessão ordinária do ano na Assembleia Legislativa.

O deputado estadual Henrique Arantes, que apresentou um projeto de lei que determina que presidiários condenados paguem por suas despesas no regime prisional, quando estes tiverem condições financeiras para tal, lamentou a decisão do governo.

Na tribuna, Henrique Arantes propôs diálogo e articulação entre os deputados, para derrubar o veto do governo às emendas parlamentares e garantir que os recursos orçamentários sejam aprovados para atender às demandas dos municípios.

O governador Marconi Perillo (PSDB) sancionou apenas uma das 934 emendas ao orçamento de 2018 apresentadas pelos deputados na Assembleia Legislativa. A exceção foi uma emenda protocolada pelo relator da matéria, Lincoln Tejota (PSD), que destina R$ 14 milhões para a construção de unidades operacionais do Corpo de Bombeiros em seis municípios.

O resto dos pedidos vai depender de articulações individuais de cada um dos parlamentares com o governador, apesar do acerto firmado no ano passado para que cada deputado tenha direito a uma cota de R$ 3 milhões. Entre as 934 emendas, há sugestões feitas não só pela base governista, mas também pela oposição. 

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

Mãe e Filho são presos suspeitos de participarem de homicídio em Posse/GO



A Polícia Civil de Posse prendeu dois foragidos da Justiça na última segunda-feira (19). Com a ajuda da Polícia Civil de Bahia, os agentes localizaram na cidade de Muquém de São Francisco, na Bahia, M.B.S, conhecida como Galega, e V. J. B. S, filho da suspeita.

V. J. B. S. é suspeito pela prática do crime de homicídio qualificado e já possuía passagens na polícia por roubo, homicídio e latrocínio.

Mãe e filho são investigados pela participação em um homicídio ocorrido em Posse no ano de 2015, quando um pastor evangélico foi morto de forma cruel por um grupo de pessoas.

A Polícia continua investigando para elucidar o crime e encontrar os demais envolvidos nesse crime.

Participaram da operação os agentes Bruna Evellyn, Lucas Andrade e Sérgio Trindade, com a coordenação do delegado regional Alexandre Câmara.

Fonte: Polícia Civil de Goiás

Polícia Civil prende investigado por estupro de vulnerável em Cavalcante/GO



A Delegacia de Polícia de Cavalcante, no nordeste goiano, cumpriu, na tarde desta quarta-feira (21/02), mandado de prisão preventiva em desfavor de W. F. M., acusado da prática do crime de estupro de vulnerável, tipificado no artigo 217-A do Código Penal Brasileiro.

A diligência faz parte da Operação Lolita, destinada à repressão de crimes sexuais nos municípios de Cavalcante e Teresina de Goiás, haja vista o clamor público que estes delitos causaram em toda a comunidade local, sendo, inclusive, objeto de apuração em Comissões Parlamentares de Inquérito instauradas tanto na Assembleia Legislativa do Estado de Goiás como na Câmara dos Deputados, no âmbito federal.

Além do delegado titular da comarca de Cavalcante, George Aguiar Muniz, participaram da diligência os agentes de polícia Hélio Oliveira de Araújo Neto e Sylvio Augusto Proença Moraes. A ação contou com a colaboração do comandante da Polícia Militar local, sargento Carlos Alberto Pereira.

Fonte: PC Goiás

MP cumpre 4 mandados de prisão temporária em Água Fria/GO na Operação ‘Cheque-Mate’



O Ministério Público de Goiás, por meio da 4ª Promotoria de Justiça de Planaltina, do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Entorno do Distrito Federal e do Centro de Inteligência (CI), com o apoio da Polícia Civil de Goiás, deflagrou, na manhã desta quarta-feira (21/2) a Operação “Cheque-Mate”, com o objetivo de desarticular uma quadrilha que agia no Poder Executivo de Água Fria de Goiás, e contava com a participação do ex-prefeito da cidade, de dois ex-secretários de Finanças e de um contador do município.

Os mandados judiciais foram expedidos pelo juiz Carlos Gustavo Fernandes de Moraes, da 1ª Vara Criminal de Planaltina: quatro de prisão temporária e um de busca e apreensão, na prefeitura de Água Fria.

As investigações tiveram início em 2015, tendo sido apurado até agora que a Secretaria de Finanças do município estava sendo utilizada pelos ex-secretários da pasta para a prática de fraudes, consistentes na emissão de cheques em nome de um suposto servidor da prefeitura sem que houvesse, no entanto, o conhecimento desse servidor.

Para legitimar a ação da quadrilha, os investigados forjaram contratos de prestação de serviços e emitiam cheques com base nos valores dos contratos, utilizando, para isso, um servidor da prefeitura como “laranja”, o que possibilitava que os valores obtidos com a compensação dos cheques fossem apropriados pelos envolvidos.

No entanto, as investigações apontaram que, além das fraudes na emissão dos contratos, diversos cheques foram adulterados antes de serem enviados ao MP, com a intenção de legitimar a ação da quadrilha e justificar os valores pagos ao servidor. Os documentos fraudados eram emitidos com a assinatura e ciência do ex-prefeito e a fraude contava com o auxílio do contador. Os ex-secretários, conforme verificado, atuavam diretamente nos atos ilícitos, assinando os cheques juntamente com o ex-prefeito e cuidando de todo procedimento para que os valores dos cheques descontados chegassem até eles.

A equipe

A realização da operação mobiliou a participação de sete promotores de Justiça: Rafael Simonetti, Daniel Lima Pessoa, Fernanda Balbinot, Júlio Gonçalves Melo, Liana Schuler, Lucrécia Cristina Guimarães e Nádia Maria Saab. Pela Polícia Civil, são dois delegados – Bruno Ramos Mendes e Antonio Humberto Soares – e 14 agentes. Servidores do Gaeco do Entorno e do CI também estão dando apoio ao cumprimento das medidas judiciais. Os investigados serão encaminhados ao presídio de Planaltina para que possam ser interrogados na sede do Ministério Público naquela comarca.

Fonte: MPGO

Prefeitura de Formosa/GO firma TAC com MP para adoção de medidas em áreas de risco próximas a córrego



O Ministério Público de Goiás, com o intuito de evitar os riscos de enchentes, inundações e enxurradas em áreas próximas às margens do Córrego Josefa Gomes, em Formosa, firmou um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com o prefeito do município, Ernesto Roller, para que seja adotada uma série de medidas preventivas nas localidades, bem como sejam combatidas as edificações e construções irregulares na região.

O documento, assinado pela promotora Caroline Ianhez, aponta os endereços e coordenadas de GPS, em que as medidas preventivas devem ser tomadas, todos indicados por laudo técnico da Companhia de Pesquisa e Recursos Minerais e Serviço Geológico do Brasil (CRPM). Para conferir todas as localidades e prazos fixados no TAC, clique aqui.

De acordo com a promotora, em 2013, a CPRM realizou mapeamento de moradias em áreas de risco no município, detectando ocupações irregulares em área de preservação permanente em determinados trechos ao longo do Córrego Josefa Gomes. Na ocasião, foram identificadas tipologias de desastres potenciais, sendo elas a de inundação e enxurrada, e a de movimento de massas, ocorrendo em quatro bairros da cidade: Bairro Jardim Oliveira, Barroquinha, Bairro Dom Bosco e Bairro Vila Verde. Além disso, em diversos endereços da região foram identificadas áreas suscetíveis a deslizamento planar e a processo erosivo, além da existência de moradias de baixo padrão construtivo, com fossas em uso e abandonadas e má captação das águas fluviais, contribuindo para a instabilidade do local e aceleração de processo erosivo, com surgimento de voçorocas e ravinas.

Assim, desde maio de 2016, o MP expediu diversos ofícios ao município de Formosa, direcionados ao prefeito e aos secretários de Habitação e Regularização Fundiária e Meio Ambiente, mas nenhuma providência concreta foi adotada no sentido de corrigir os danos e riscos exposto no laudo técnico.

Prevenção

Para fazer com que as medidas preventivas sejam adotadas de forma definitiva, a promotora Caroline Inhaez listou uma série de obrigações a serem assumidas pela administração municipal para que sejam evitadas situações de desastre. De início, como obrigação de fazer, o prefeito deve inscrever o município de Formosa no cadastro nacional de municípios com áreas suscetíveis à ocorrência de deslizamentos e grande impacto, inundações bruscas ou processos geológicos ou hidrológicos corretos, em um prazo máximo de 120 dias. O município assumiu ainda a responsabilidade de adotar todas as providências previstas na Lei 12.608/12, que institui a Política Nacional de Proteção e Defesa Civil, abrangendo as ações de prevenção, mitigação, preparação, resposta e recuperação voltadas à proteção e defesa civil, em um prazo de 180 dias.

Ainda como obrigação de fazer, a administração deve notificar, em um prazo máximo de 120 dias, os moradores e ocupantes de residências e construções de algumas localidades citadas no TAC, informando-os do risco da ocupação, bem como sobre as alternativas oferecidas pelo poder público para assegurar o direito à moradia daqueles que realmente necessitarem. A partir de então, a administração deve, até 1º de março de 2019, remover e demolir todas as moradias, fossas e construções desses locais, e, em caso de insistência por parte dos moradores, é fixado o prazo máximo de 30 de agosto de 2019 para sua definitiva remoção, com comprovação à Promotoria de realocação destes, sendo pessoas carentes e de baixa renda, em locais seguros e cadastradas em programa público de habitação de interesse social.

No documento é exigido ainda que, no prazo máximo de 120 dias, deve ser comprovado que houve pedido formal de solicitação de verba ao Ministério do Desenvolvimento Social para obras de engenharia destinadas ao controle e captação adequada das águas pluviais na região. Também ficou apontado que, até 31 de dezembro de 2019, devem ser iniciadas as obras de melhoria de controle e captação das águas pluviais nas áreas envolvidas, bem como, às margens do córrego, devem ser realizadas obras de desobstrução do canal, com retirada de entulhos e de lixo, assim como seu aprofundamento e a construção de muros de contenção.

Com relação à prevenção de novas ocupações e construções irregulares nas áreas de encosta e preservação permanente, devem ser adotadas medidas preventivas, até 30 de setembro de 2019, com sua devida comprovação entregues à promotoria no mesmo prazo, por meio de fotografias, projeto, entre outros. Além disso, são listados endereços em que a administração municipal deve se abster de autorizar ou conferir regularidade a quaisquer pedidos de loteamentos ou desmembramentos de áreas.

Em caso de descumprimento de qualquer uma das medidas dentro dos prazos indicados foi estipulada multa de R$ 500,00, a ser revertida em favor do Fundo Municipal do Meio Ambiente, ou, na falta deste, ao Fundo Estadual do Meio Ambiente. O não cumprimento também poderá resultar na interdição das áreas de risco.



Fonte: MPGO

Após seis dias de buscas, bombeiros encontram corpo de menina que sumiu em riacho enquanto brincava com o irmão, em Guarani de Goiás

  Após seis dias de buscas, os bombeiros encontraram o corpo da menina Tamires Alves dos Santos, de 4 anos, nesta segunda-feira (3). Ela sum...