quarta-feira, 29 de dezembro de 2021

Grávida de 36 semanas e familiares ilhados são resgatados de helicóptero de comunidade Kalunga, em Cavalcante-GO


Uma família, incluindo uma grávida de 36 semanas, que estava ilhada foi resgatada, na manhã desta quarta-feira (29), na comunidade Kalunga do Vão do Moleque, em município de Cavalcante, na Chapada dos Veadeiros.

Para o resgate do grupo a equipe do Corpo de Bombeiros de Goiás utilizou um helicóptero.

Outras mulheres grávidas já estavam na sede da cidade aguardando para dar à luz.

Bombeiros resgatam corpo de jovem que desapareceu em rio na zona rural de Divinópolis de Goiás



O Corpo de Bombeiros de Goiás informou que conseguiu localizar e resgatar na manhã deste quarta-feira (29) o corpo do jovem Lucas Henrique, de 19 anos, que estava desaparecido desde o último domingo (26), após pular no Riacho Seco, no Assentamento Marcos Correia Lins, na zona rural de Divinópolis de Goiás.

As buscas tiveram início na terça-feira (28), interrompendo-se à noite por motivos de segurança e sendo retomadas na manhã desta quarta-feira.

O jovem morava no Assentamento, no dia em que desapareceu no rio, pessoas que estavam no local ainda tentaram impedir que o jovem pulasse. Mas não conseguiram evitar.

O Riacho Seco está cheio devido às fortes chuvas e com a água suja, o que dificultou nas buscas pelo jovem.

O corpo do jovem ficou sob cuidados do Instituto Médico Legal. Afogamento é a causa mais provável da morte.

Cratera na GO-118: Estrada de terra usada como desvio receberá melhorias


As obras de melhorias no desvio da GO-118, rodovia interditada devido a uma cratera, devem ter início ainda nesta semana. A previsão da Agência Goiana de Infraestrutura e Transportes (Goinfra), responsável pela via, é de que a trafegabilidade na rota alternativa esteja garantida três semanas após o início das obras — “se as condições climáticas estiverem favoráveis”, reforçou a agência, em nota.

Moradores da região relataram à reportagem que maquinários estiveram na estrada de terra na terça-feira (28/12) para ajustes preliminares. Enquanto isso, a população dos municípios afetados pela interdição da passagem teme pela economia local, pois afirma que a rota alternativa não tem condições de ser utilizada.

Guias turísticos da Chapada dos Veadeiros, porém, garantem que o caminho pode ser percorrido tranquilamente. Uma base do Corpo de Bombeiros Militar de Goiás foi montada provisoriamente em Cavalcante.

O desvio, que tem cerca de 83 km a mais do que a rota comum, conta com uma estrada não pavimentada. Por isso, será feita uma elevação da pista e granitação da área. Para acessar a rota alternativa, os motoristas devem sair de Alto Paraíso pela GO-239 e seguir até Colinas do Sul. De lá, é preciso acessar a GO-132 e sair à direita na via que dá acesso a Cavalcante e aos demais municípios da região da Chapada dos Veadeiros.

Equipes do Corpo de Bombeiros são enviadas à Cavalcante-GO


O Corpo de Bombeiro Militar do Estado de Goiás (CBMGO), enviou na manhã de terça-feira (28), equipes especializadas para dar apoio a cidade de Cavalcante, região nordeste do estado, que vem sofrendo com as enchentes provocadas pelas fortes chuvas que atingem toda região.

Devido às grandes precipitações hídricas, levou a destruição de pontes e rodovias e várias famílias de propriedades rurais, tiveram seus bens danificados. Até o momento, cerca de 400 famílias estão ilhadas.

Segundo informações do Corpo de Bombeiros, as inundações provocadas por extravasamento de rios e córregos são alguns dos perigos mais comuns nos meses de chuvosos, assim, sendo também motivo de grande preocupação.

Ainda de acordo com o Corpo de Bombeiros, uma das ações da corporação será no auxílio de recuperação e cadastramento das áreas atingidas pelas enchentes, visando a restauração da comunidade local.

Semad alerta para segurança nas barragens


Em meio ao período chuvoso e acumulado em algumas regiões do Estado acima da média, importante observar medidas que garantem a integridade das barragens e, sobretudo, a segurança dos proprietários e pessoas próximas a esse tipo de empreendimento.

Em algumas situações, as cheias que chegam ao reservatório são bastante superiores às cheias regulares para as quais as barragens foram projetadas, levando a uma ocupação quase completa do vertedouro, correndo-se o risco de galgamento da barragem.

Trata-se de uma situação de emergência em potencial e que deve ser tratada com muita seriedade. Do ponto de vista da operação da barragem, o empreendedor deve:

1 – Ler e registrar o nível d’água do reservatório. Isolar o acesso à barragem logo que o nível da água ultrapassar o nível máximo.

2 – Abrir 100% a tomada d’água e a descarga de fundo sempre que esta constitua uma estrutura independente.

3 – Observar e acompanhar a descarga pelo vertedouro, com o objetivo de detectar o galgamento de muros laterais, a erosão do canal quando não revestido, as condições do escoamento na bacia de dissipação, na zona a jusante do vertedouro e junto ao pé de jusante da barragem, e a obstrução por detritos flutuantes ou por deslizamento de terras pelo vertedouro.

4 – Retornar a tomada d’água e a descarga de fundo para seu padrão de abertura após o encerramento da situação de cheia.

5 – Inspecionar o vertedouro, o canal de restituição do vertedouro, da tomada d’água e da descarga de fundo e o pé de jusante da barragem após o término do evento de cheia, visando a identificar problemas estruturais ou obstruções que devem ser corrigidos antes da próxima cheia, na primeira oportunidade, o mais rápido possível.

Importante

Cheias excepcionais podem causar também impactos significativos à população residente rio abaixo. Portanto, no caso de existência de moradias ou áreas industriais ao longo de 10 km rio abaixo, logo que o nível da água no reservatório ultrapassar o nível máximo, o empreendedor deve: – Avisar a Coordenadoria de Defesa Civil do município.

Avisar a população residente ao longo da calha do rio sobre a passagem da cheia, orientando-os a ficar de prontidão para eventual evacuação ou remoção de pertences.

Avisar o proprietário da primeira barragem situada rio abaixo, caso existente.

Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável- Semad 

GO-118: Saiba como estar o desvio por estrada de terra


A enorme cratera que se abriu na GO-118, na última sexta-feira (24/12), obrigou motoristas e visitantes a desviar o caminho rumo à Chapada dos Veadeiros. A via — completamente interditada — liga Alto Paraíso (GO) aos municípios goianos de Teresina e Cavalcante.

O percurso entre Brasília e outros destinos da Chapada, como São Jorge, São João d'Aliança, Colinas do Sul e Alto Paraíso, estão liberados.

A rota alternativa passa por Colinas do Sul. São cerca de 100km de estrada de terra no caminho. A Agência Goiana de Infraestrutura e Transportes (Goinfra) vai dar início a obras de melhoria no percurso. A previsão é de que as reformas durem três semanas.

Devido às chuvas incessantes, as autoridades da região têm aconselhado os visitantes a redobrarem a atenção.

Motoristas que percorreram a estrada de terra nesta terça-feira (28/12) descreveram a condição do caminho. Em fotos é possível ver que situação da rota é complicada por ser estrada de terra e devido as chuvas.

Os condutores afirmaram que maquinários estiveram na estrada nesta terça (28/12) para trabalhos preliminares.

terça-feira, 28 de dezembro de 2021

Chuva causa alagamentos e prejuízos em comunidades Quilombolas de Teresina de Goiás



As chuvas fortes e constantes no norte e nordeste de Goiás, na região da Chapada dos Veadeiros, deixaram algumas famílias de comunidade Quilombolas desabrigadas em Teresina de Goiás.

Várias comunidades quilombolas estão com as casas alagadas, em algumas locais as casas foram destruídas.

Os prejuízos das comunidades são incalculáveis.

“Simplesmente nosso povo precisa de ajuda e infelizmente estão esquecendo da nossa pequena Teresina”, disse Giselly em nome da população Teresinense.

Foram afetadas as comunidades quilombolas de Limoeiro, Ribeirão, Ema e outras na região.

Equipes do governo de Goiás está no local dando suporte e distribuindo cestas básicas aos moradores.

“Infelizmente fiquei sem minha casinha”, diz um morador da comunidade.





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