sábado, 5 de setembro de 2020

Integrante de grupo de Alto Paraíso de Goiás avalia experiência de mandato coletivo de vereador



Laryssa Galantini, integrante do mandato de coletivo de vereador na Câmara Municipal de Alto Paraíso de Goiás, que foi a primeira iniciativa do tipo no País e cujo exercício se encerra neste ano de 2020, tem uma avaliação equilibrada da experiência e traz pontos negativos e positivos.

A primeira questão colocada por ela é a inspiração que esse mandato trouxe para que outras experiências parecidas surgissem a partir de 2016. “Mesmo que a gente perceba que, em alguns casos, há certo oportunismo, no geral, tem sido bom ver tantas iniciativas coletivas surgirem”, afirma.

Sem disputar a reeleição, ela conta que o foco do grupo, agora, tem sido a formação de outros mandatos nessa modalidade. Com exceção de João Yuji, que é o nome registrado como vereador do grupo de cinco e que, agora, vai disputar o mandato de prefeito da cidade. “Existem vários tipos de mandato coletivo, mas nós vamos explicando como o nosso funciona e tentando dar uma orientação para quem quer começar”, explica.

Para ela, foram anos de muito aprendizado, tanto ruins como bons. “Alcançamos nossas metas com os projetos de Lei e a interação com a sociedade diversa”, pontua.

Por outro lado, ela aponta que a decisão de abrir mão do salário para doações não foi positiva no fim das contas. “Não pensamos na nossa própria sustentabilidade e tivemos muitos problemas por isso”, aponta. Isso, afirma, sem contar as despesas com comunicação que não foi pensada por eles num primeiro momento. “Ficamos muito sobrecarregados.”

Laryssa também avalia que a diversidade do grupo, apesar de ter sido um objetivo, trouxe alguns desentendimentos ao longo da jornada. “Isso prejudicou muito, mas o trabalho continuou e não perdemos em qualidade.

Fonte: O Popular

Promotor quer pente fino nas contas bancárias do deputado Iso Moreira e filhos

Deputado Iso Moreira
Coordenador da Operação, promotor Douglas Cheguery

Coordenador da Operação Zaratustra, o promotor Douglas Chegury afirma que a Justiça autorizou a quebra do sigilo bancário e fiscal do deputado estadual Iso Moreira, os filhos Alessandro Moreira dos Santos e Aloísio Moreira dos Santos Júnior e demais investigados. “Já avisamos o Banco Central e agora só estamos aguardando para corroborar a investigação.”

Ele também aponta que já foi pedido o bloqueio de R$ 10 milhões das contas dos seis possíveis envolvidos. Destaca-se que esse seria o valor desviado em 13 anos (entre 2003 e 2006), em suposto esquema ilegal de compra e venda de combustíveis, junto ao Posto Serra Bonita, em Alvorada do Norte, de propriedade da família do parlamentar.

A operação investiga o deputado Iso e seus filhos por suposta improbidade administrativa, fraude em processo de licitação e falsidade ideológica para desviar recursos da prefeitura do município. Além deles, o ex-prefeito David Moreira de Carvalho também é alvo de investigação, bem como os assessores de Iso, Humberto Carlos Teixeira e Carlos Alberto Dourado.

Detalhes

Segundo o promotor Douglas, o Tribunal de Contas dos Municípios apontou irregularidades de compra e venda no posto da família, durante a gestão de David em Alvorada do Norte (2011 a 2016), o que motivou o MP-GO a investigar este estabelecimento que comercializava com a prefeitura.

“Foram várias alterações seguidas no contrato. Quando Alessandro foi eleito, em 2003, ele queria que a prefeitura comprasse do posto dele, mas a lei de licitações proíbe. A solução foi tirá-lo do contrato social e colocar o David Moreira. Em 2009, elegeram o David, aí tiraram o nome dele e colocaram dois assessores do Iso como supostos proprietários, o Carlos Dourado e Humberto Teixeira. Em 2017 terminou o mandato e Iso e Alessandro voltaram ser os donos”, resume.

Sobre o estilo de atuação, com o uso de “laranjas” próximos, o coordenador da Operação Zaratustra diz que o grupo se valia de uma estrutura deficiente de fiscalização. Além dos delitos já citados, a investigação também avalia lavagem de dinheiro e organização criminosa. Estas, porém, dependem do Tribunal de Justiça e Procuradoria Geral, uma vez que Iso possui foro por prerrogativa de função. “Mas a parte de improbidade não”, assegura.

Fonte: Mais Goiás

Bebê morre após se afogar em balde enquanto a mãe limpava a casa, em Formosa-GO




Um bebê de 1 ano morreu após se afogar em um balde com água, em Formosa, no Entorno do Distrito Federal. A mãe relatou à Polícia Militar que estava limpando a casa e que, quando percebeu, o filho já estava se afogando.

O bebê foi levado até o posto de saúde da cidade, mas já chegou ao local sem vida.

O caso aconteceu na manhã de quinta-feira (3). De acordo com a polícia, ao perceber que o filho estava se afogando, a mãe saiu com ele no colo gritando por socorro pela rua do bairro onde moram. Uma vizinha que passava de carro pelo local levou a mãe e o bebê até a unidade de saúde.

Uma enfermeira relatou aos policiais que o bebê já havia chegado na unidade sem sinais vitais e que a equipe ainda tentou manobras de reanimação. No entanto, ele não respondeu aos procedimentos médicos.

O corpo do menino foi levado para o Instituto Médico Legal (IML) da cidade. A Polícia Civil investiga o caso e informou que a mãe poderá responder por homicídio culposo - quando não há a intenção de matar.

Fonte: G1

quinta-feira, 3 de setembro de 2020

Alvorada do Norte-GO: Investigação sobre desvio de recursos será ampliada para atual mandato



O Ministério Público de Goiás (MP-GO), por intermédio da Promotoria de Justiça de Alvorada do Norte, apura um suposto desvio de R$ 10,5 milhões dos cofres da prefeitura daquela cidade, no período de 2003 a 2016.

As investigações, de acordo com o promotor de Justiça Douglas Chegury, que coordena a Operação Zaratustra, serão ampliadas, com a análise de documentos de 2016 a 2020, pois há suspeita de que o esquema continua em pleno funcionamento.

A Operação Zaratustra, desencadeada na manhã desta quinta-feira (3/9), é resultado de três meses de investigação. A apuração teve início, de acordo com Douglas Chegury, a partir de relatório do Tribunal de Contas dos Municípios de Goiás (TCM-GO), que reprovou as contas de 2016 da prefeitura de Alvorada do Norte.

A análise de documentos revelou problemas graves na aquisição de combustível pelo município. O inquérito civil apura atos de improbidade administrativa, mas o MP-GO, conforme afirma o promotor de Justiça, vai analisar também a possível ocorrência de crimes como falsidade ideológica e organização criminosa.

Douglas Chegury observa que foi montado um esquema de transferência de titularidade societária do Posto Serra Bonita, em Alvorada do Norte, para que os prefeitos eleitos pelo grupo político-familiar deixassem de figurar como proprietários da empresa, dando condições de serem realizadas transações comerciais com o poder público. O grupo político-familiar está no poder há pelo menos 20 anos no município.

Foram cumpridos nove mandados de busca e apreensão em Goiânia, Brasília (DF), Bela Vista de Goiás, Simolândia e Alvorada do Norte, todos expedidos pelo juiz da comarca de Alvorada do Norte, Pedro Henrique Guarda Dias.

Por se tratar de caso de improbidade, não houve mandados de prisão. No entanto, durante as buscas, foram encontradas armas na residência de Alessandro Moreira, que foi prefeito de Alvorada do Norte por dois mandatos. O caseiro que estava no local foi detido e apresentado à Polícia Civil.

As explicações foram dadas pelo promotor de Justiça em entrevista a veículos de imprensa, realizada na sede do Centro de Inteligência do MP-GO, em Goiânia.

Fraudes

As investigações desenvolvidas pela Promotoria de Justiça de Alvorada do Norte revelaram que, entre 2003 e 2016, o Posto Serra Bonita, de propriedade da família Moreira, passou por alterações fictícias do contrato social, tendo o controle acionário sendo transferido sucessivamente a pessoas suspeitas de serem “laranjas” do esquema. São elas: David Moreira, Humberto Carlos Teixeira e Carlos Alberto Alves Dourado. O objetivo, de acordo com a investigação, era mascarar a propriedade real da empresa e permitir a comercialização de combustíveis com o município.

De acordo com Douglas Chegury, as fraudes identificadas, de natureza contábil e societária, se deram com o objetivo de burlar a aplicação da Lei de Licitações, que proíbe a contratação de empresas de propriedade de pessoas que façam parte da entidade licitante, no caso, o município.

A Operação Zaratustra, que contou com apoio do Centro de Inteligência (CI) do MP-GO e do Ministério Público de Contas com atuação junto ao Tribunal de Contas dos Municípios (TCM), realizou busca no gabinete do deputado estadual Iso Moreira, e em sua residência, bem como na casa do assessor parlamentar Carlos Alberto Alves Dourado.

Douglas Chegury explicou que o deputado é suspeito de ser o mentor do esquema, uma vez que foram encontradas várias procurações dando-lhe poderes para movimentar as contas bancárias do posto, entre 2017 e 2018, mesmo ele não fazendo parte do quadro societário da empresa. O MP-GO apurou também que, além do superfaturamento de preços, foi realizada aquisição desproporcional de combustível para a frota de veículos do município.

Em Bela Vista de Goiás, foi cumprido mandado de busca na residência do também assessor parlamentar Humberto Carlos Teixeira. Em Alvorada do Norte, os promotores realizaram buscas nas residências do ex-prefeito e atual secretário de Administração do município, Alessandro Moreira dos Santos.

Em Simolândia, houve buscas na casa do ex-prefeito de Alvorada do Norte e ex-assessor parlamentar David Moreira de Carvalho, além da residência do deputado Iso Moreira localizada naquele município. Em Brasília, foi cumprido mandado de busca no apartamento do empresário Aloísio Moreira dos Santos Júnior.

Fonte: MPGO

Após denúncias do Sindsaúde, Justiça do Trabalho manda fiscalizar unidades de saúde de Campos Belos-GO



A Justiça do Trabalho solicitou que a Superintendência de Vigilância em Saúde (SES/GO) realizasse uma ação fiscal nas unidades de saúde de Campos Belos, no nordeste goiano. A inspeção está prevista para ocorrer no período de 01 a 04 de setembro de 2020.

Ação é resultado de denúncias levadas ao Ministério Público do Trabalho (MPT) pelo Sindsaúde-GO sobre falta de equipamentos de proteção individual para os profissionais da saúde o que tem levado a uma escalada de trabalhadores contaminados. O Sindicato foi convocado para acompanhar a fiscalização.

Preocupado com a situação e sem respostas concretas por parte da gestão municipal, o Sindsaúde recorreu ao Ministério Público do Trabalho. O MPT instaurou a Ação Civil Pública que ainda está em andamento.

O Ministério Público do Trabalho solicitou ao Município a relação de insumos básicos e EPIs existentes nas unidade de saúde; relação de materiais de maior necessidade, com cotação de preço unitário e indicação do fornecedor; laudos de exames dos trabalhadores da UPA; e comprovação documental das medidas adotadas pela Secretaria de Saúde de Campos Belos para o enfrentamento da crise causada pelo novo coronavírus.

O MPT ainda solicitou expedição de Ordem Judicial para que o CEREST inspecione os hospitais e as unidades de saúde vinculados à secretaria de Saúde e emita Relatório sobre as condições de trabalho dos profissionais de saúde e terceirizados das unidades. Para cada solicitação descumprida, o Ministério Público pediu multa de R$ 10 mil devendo arcar com a penalidade o secretário de Saúde e o prefeito.

Fonte: Sindsaúde-GO

Acidente entre carro de passeio e dois caminhões baú deixa feridos na BR-020




Duas pessoas ficaram feridas sem gravidade após uma colisão entre dois caminhões baú e um carro de passeio, na BR-020 na altura do KM 203, distante 16 Km do centro de Luis Eduardo Magalhães, na manhã desta quinta-feira (03).

O acidente ocorreu por volta das 10h30. De acordo informações colhidas no local com os envolvidos no acidente, o caminhão baú, placa de Brasília seguia para a referida capital, quando no KM já citado, onde o trânsito fluía em esquema de siga e pare, pois está realizando reparos na rodovia, o condutor do caminhão, placa de Brasília disse que abaixou pra pegar uma água quando retomou a vista pra pista já estava próximo de outro caminhão baú, placa de Luis Eduardo Magalhães carregado com pneus que seguia para o Distrito do Rosário e estava parado na barreira. O motorista de Brasília ainda tentou desviar, sem êxito, e colidiu na traseira do outro caminhão baú de LEM que estava parado.

Com o impacto, o caminhão com placa de Luis Eduardo Magalhães, foi empurrado e bateu no fundo de um GM/Agile que tinha duas mulheres. Uma jovem de 15 anos de iniciais E.O.L, ficou com fortes dores na região do pescoço e cabeça, ela foi socorrida e levada por terceiros para uma clínica particular da cidade e a motorista nada sofreu.

Quanto ao motorista do caminhão baú que foi atingido na traseira de iniciais D.S.S de 31 anos, também nada sofreu. Mas o motorista que provocou o acidente de iniciais C.A.S.O de 41 anos, que estava com o caminhão baú vazio, foi atendido pelo SAMU, pois sofreu escoriações na face, braço esquerdo e nas costas.

 Ao ser atendido, não quis ser conduzido para UPA pois o mesmo passava bem.

O Corpo de Bombeiros esteve no local, mas não precisou fazer nada. A SUTRANS sinalizou a via e controlou o fluxo de veículos que estava lento no sentido Luis Eduardo Magalhães e parado sentido Brasília.

Os veículos envolvidos ficaram avariados.

Fonte: Blog Braga


Alvorada do Norte-GO: Nota de esclarecimento de Alessandro Moreira



Nota de Esclarecimento

Informo que não houve prisão da minha pessoa, visto que a arma, encontrada em minha chácara, está devidamente registrado e regular conforme comprovado pela Polícia Civil de Alvorada do Norte.

Declaro que confio na Justiça e que todos os fatos referentes as denúncias serão devidamente esclarecidas.

Me coloco a disposição do Ministério Público e do Poder Judiciário.

Alessandro Moreira

Após seis dias de buscas, bombeiros encontram corpo de menina que sumiu em riacho enquanto brincava com o irmão, em Guarani de Goiás

  Após seis dias de buscas, os bombeiros encontraram o corpo da menina Tamires Alves dos Santos, de 4 anos, nesta segunda-feira (3). Ela sum...