sábado, 27 de agosto de 2016

PRE/GO recomenda a suspensão imediata do lançamento do “Novo Programa Renda Cidadã”



A Procuradoria Regional Eleitoral em Goiás (PRE/GO) expediu, nesta sexta-feira, 26 de agosto, recomendação ao governador e vice-governador de Goiás e à secretária da Secretaria Cidadã do estado para que suspendam imediatamente a realização de caravana pelos municípios goianos para a realização de eventos de lançamento e entrega de cartões do “Novo Programa Renda Cidadã”.

Além disso, que a entrega dos referidos cartões seja realizada apenas após a apuração do resultado das eleições de 2016.

Recomendou, também, aos promotores eleitorais de todo o estado (caso não seja acatada a recomendação pelos dirigentes estaduais), que sejam propostas ações judiciais a fim de se obter tutela judicial para impedir a realização da entrega dos cartões nos municípios de sua respectiva zona eleitoral, bem como a realização de eventos de lançamento, até que seja finalizada a apuração das eleições.

Caso não se obtenha a tutela judicial, que seja fiscalizada a realização dos eventos e, posteriormente, após as devidas apurações, sejam propostas Ações de Investigação Judicial Eleitoral por abuso de poder político e econômico (art. 22, XVI, da LC nº 64/90) e Representação por Conduta Vedada (art. 73, inciso IV, e § 10, da Lei nº 9.504/97) contra os agentes públicos estaduais e municipais responsáveis pela conduta ilícita, assim como contra os eventuais candidatos beneficiários.

Conforme amplamente noticiado na imprensa goiana, o Governo Estadual lançou, no último dia 13 de agosto, o “Novo Programa Renda Cidadã” em Goiânia, sendo que iniciará uma caravana para a entrega de 64 mil cartões do programa em 49 dos maiores municípios goianos, entre os dias 26 de agosto e 1º de setembro. Para a entrega dos cartões, estão previstos eventos que contarão, inclusive, com a presença do governador Marconi Perillo e do vice-governador José Eliton, além de outras autoridades públicas.

Para o procurador regional eleitoral em Goiás, Alexandre Moreira Tavares dos Santos, autor da recomendação, as circunstâncias planejadas para a entrega do benefício configuram, além de abuso de poder político e econômico, uso promocional do programa social com finalidade eleitoral para favorecer os candidatos a prefeito e a vereador apoiados pelos governantes estaduais, conduta vedada prevista na legislação eleitoral (art. 73, IV e § 10, da Lei nº 9.504/97).

O lançamento do novo programa social foi iniciado sem execução orçamentária no ano anterior, sendo que o programa antecessor havia sido suspenso há mais de um ano. Outro indicativo de abuso de poder seria a escolha da data de entrega dos cartões em pleno período eleitoral, sob a forma de eventos em diversos municípios goianos com a presença pessoal de autoridades políticas apoiadoras de candidatos. Anteriormente a entrega dos cartões era realizada de forma impessoal com remessa pelos Correios.

Fonte: MPF/GO

sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Prefeita de Buritinópolis/GO tem bens bloqueados após usar bens públicos em casamento da filha



A juíza Simone Pedra Reis deferiu pedido de liminar, feito em ação civil pública proposto pelo promotor Douglas Chegury, decretando a indisponibilidade de bens da prefeita de Buritinópolis, Maria Aparecida da Cruz Costa, e de seu marido e ex-prefeito, Jorgino Joaquim da Costa.

Ambos são acusados de usar serviços e bens públicos para realizar o casamento de sua filha, Kálita Rodrigues Costa Aquino, com Heryson de Moura Aquino, em junho deste ano. O casal também teve os bens bloqueados.

Segundo o apurado pelo MP, Kálita e Heyson se casaram em Buritinópolis no dia 4 de junho, no prédio do Ginásio Poliesportivo. A noiva teria sido conduzida até o local do casamento em carro oficial do Executivo, dirigido pelo motorista da prefeitura.

Já a festa, realizada no prédio da Escola Municipal Professora Alaíde Pereira Barbosa Brito, teria contado com os serviços dos funcionários da limpeza pública, que ficaram responsáveis pela limpeza dos prédios e pela cantina. De acordo com depoimentos destes servidores, a festa durou até de madrugada e não resultou em nenhum pagamento particular pelas funções desempenhadas.

O promotor Douglas Chegury, na ação, ressaltou que o uso dos bens e servidores públicos revela profundo desprezo e confusão perniciosa entre público e privado, já que os bens do povo foram utilizados para satisfazer interesses pessoais.

Já a juíza Simone Reis destacou que o dano ao erário ocorrido foi gravíssimo, já que o município é de pequeno porte e, ainda assim, grande parte da população não tem acesso aos serviços públicos essenciais.

A magistrada também afirmou que as provas apresentadas nos autos demonstram forte probabilidade de uso indevido de bens e serviços públicos em afronta aos princípios constitucionais da legalidade, impessoalidade e moralidade. Para ela, se comprovados os fatos, estaríamos diante da velha prática de se tratar a coisa pública como coisa de ninguém, o que, na atualidade, não mais deve ser admitido.

Fonte: MPGO

Grampo da PF indica que deputado Giuseppe Vecci favoreceu empresa que doou ao PSDB de Goiás



O deputado Federal Giuseppe Vecci (PSDB-GO) caiu no grampo da Polícia Federal por agir em favor de uma empresa contratada pela companhia de Saneamento de Goiás (Saneago) - alvo da Operação Decantação por suposto esquema de financiamento de partidos com recursos do PAC, do BNDES e da Caixa e pagamento de dívidas de campanha da reeleição do governo Marconi Perillo (PSDB), em 2014.

Segundo a PF, a empresa supostamente favorecida pela ação de Vecci, a JC Gontijo Engenharia, doou R$ 1 milhão para o PSDB depois de receber valores relativos ao contrato com a Saneago. A empresa havia doado R$ 1 milhão para o parlamentar nos dias 30 de outubro e 4 de novembro de 2014, maior quantia repassada ao então candidato à Câmara.

Decantação foi deflagrada nesta quarta-feira, 24. A PF prendeu o presidente do PSDB em Goiás, Afreni Gonçalves, e o presidente da Saneago, José Taveira Rocha, ex-secretário da Fazenda de Perillo.

A PF também grampeou diálogo entre o empresário José Cesário Lopes, da Gráfica Moura, e o presidente da Saneago. Os dois conversam sobre uma dívida de campanha de cerca de R$ 400 mil do governador, em 2014.

A malha de grampos da PF pegou Afreni Gonçalves no telefone e em mensagens por e-mail. Áudios evidenciam acertos entre o tucano e o diretor de Gestão Corporativa da Saneago, Robson Salazar, para favorecer o pagamento da JC Gontijo, detentora de contrato de empreitada com a estatal de saneamento da gestão Perillo.

A interceptação da PF pegou um e-mail, em 28 de agosto de 2015, de Edson Filizola para Afreni tratando das obras de ampliação da ETE de Goiânia e da obra de Águas Lindas.

"Em telefonemas realizados na sequência, Afreni Gonçalves e o deputado federal Giuseppe Vecci intercedem junto ao diretor de Gestão Corporativa, Robson Salazar, no sentido de que fosse liberado uma contrapartida da Saneago a empresa JC Gontijo", diz relatório da Operação Decantação.

Para os investigadores, "existem fundados indícios de que o investigado (presidente do PSDB em Goiás) dá provimento ao núcleo político da organização criminosa, dirige, age e interage na Saneago para beneficiar aliados políticos, direcionar contratos, abreviar pagamentos e percutir dinheiro para o PSDB e campanhas políticas".

O deputado Vecci não estava sob monitoramento. A competência para eventual

investigação sobre o parlamentar é exclusiva do Supremo Tribunal Federal. Ele caiu no grampo da PF indiretamente, como em 28 de setembro de 2015, quando recebeu telefonema de Afreni.

Nesta ligação, Vecci pede para o presidente do PSDB "conversar com Robson Salazar no sentido de que este pagasse José Celso (Gontijo), proprietário da JC Gontijo".

Antes mesmo, um áudio de 28 de agosto de 2015 pegou Salazar e Vecci, no qual o deputado pediu para o diretor de Gestão da Saneago "receber José Celso Gontijo na Saneago".

No dia 16 de setembro de 2015, Salazar recebe outro telefonema em que o deputado tucano diz "Tião Caroço e o Zé Celso estão esperando a contrapartida deles".

No mesmo dia, o empresário José Celso Gontijo "conversa com Robson Salazar, diz que já falou com Vecci e que tudo estava certo para a liberação da contrapartida da Saneago".

Em 28 de setembro de 2015, aponta a rede de grampos da PF, Vecci pede para Afreni "conversar com Robson Salazar para pagar o José Celso". Em outra ligação, o presidente do PSDB de Goiás conversa com Robson Salazar, que diz que 'está tudo certo'. No mesmo dia, Afreni em conversa novamente com o deputado afirma que "o JC Gontijo já foi pago".

Para os investigadores, "no contexto mais amplo no qual os fatos se inserem não se pode afastar o entendimento de que os valores recepcionados pelo PSDB fora a título de propina, ainda que sobe a forma de doação, porque disfarçadas do seu real propósito".

Em nota oficial, o deputado Giuseppe Vecci, do PSDB em Goiás, afirmou que não pediu "pagamento não devido, indevido, nem além do que era devido". O deputado enfatizou que pauta sua atuação, no exercício do mandato, "pelo respeito institucional".

O gerente de Marketing da JC Gontijo Engenharia, Marcos Sant'Ana, informou que a empresa "não tem conhecimento" da investigação da Operação Decantação. "Informo que não temos conhecimento da investigação e, por isso, não podemos emitir qualquer tipo de posicionamento sobre o assunto."

Fonte: Uol/Estadão

Por falta de ambulância, Samu de São Domingos/GO não funciona há mais de um mês

Imagem Ilustrativa

Moradores do município de São Domingos, no nordeste goiano denunciam que a única ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) está quebrada há mais de um mês.

Sem ambulância, os pacientes que solicitarem o Samu não poderão serem atendidos.

O Samu de São Domingos atende também a população do município de Divinópolis de Goiás.

De acordo com informações, o conserto da ambulância teria ficado caro, e a prefeitura ainda não conseguiu arcar com os custos.

A população aguarda o conserto e funcionamento da ambulância.

Vale lembrar que o Samu é um programa do Governo Federal que em São Domingos firmou acordo de despesas com a prefeitura municipal.

De Alvorada do Norte/GO: Paciente diagnosticada com câncer necessita de ajuda



Euzi de Souza era empregada doméstica em Alvorada do Norte, na região nordeste de Goiás. Ela e o esposo, que trabalha como pedreiro, sustentavam a família de duas filhas e um neto.

Às vezes, no trabalho, Euzi sofria com sangramentos; frequentemente sentia-se fraca, cólicas atrapalhavam sua rotina. Mesmo com diversas visitas ao médico, o tumor em estágio avançado não era diagnosticado. Alvorada do Norte, uma cidade de 7.600 habitantes, não contava com os equipamentos necessários para constatar o câncer de reto.

Um dia, fortes dores e sangramentos obrigaram Euzi a deixar o trabalho e, novamente encaminhada à emergência, uma médica novata no hospital reconheceu seus sintomas – até então confundidos com os de hemorróidas comuns – e a enviou à cidade de Formosa para que realizasse exames. De lá, foi encaminhada à Brasília, onde esperou por atendimento por mais de um mês.

Em Brasília foi aconselhada a vir à Goiânia, onde, no Hospital Araújo Jorge, o atendimento seria mais rápido. Dois anos e sete cirurgias depois, Euzi de Souza se mostra esperançosa e satisfeita com a qualidade dos serviços do hospital.

Entretanto, manter a qualidade de vida nessas condições é um desafio. O esposo continua trabalhando em Alvorada e uma das filhas vive com Euzi, cuidando da mãe. Sua principal forma de sustento são as doações que recebe de pessoas sensibilizadas.

Em Alvorada do Norte, as amigas de infância Maria do Socorro e Cicinha – “duas irmãs que Deus me deu” – organizam almoços beneficentes, bingos e rifas com o intuito de arrecadar fundos para o sustento de Euzi e de sua família.

Além disso, Euzi de Souza recebe o Auxílio-Doença, um benefício do Governo Federal devido ao contribuinte do INSS que for acometido por uma doença ou acidente que o incapacite para o trabalho. Essa é a situação de milhares de interioranos que se mudam temporariamente para capitais com intenção de realizar um tratamento.

Em seu último senso, o Auxílio-Doença era concedido a 1,8 milhões de brasileiros, em um total de R$ 23 bilhões por ano; e em Goiânia, diversas casas de apoio oferecem ajuda voluntária a cidadãos do interior do estado que, por razões médicas, vêm encaminhados pelas prefeituras ou entidades sociais.

Mesmo sem conseguir deixar a cama, Euzi se mostra otimista e pretende retornar para Alvorada do Norte na próxima terça-feira. Ela vai à cidade de origem sempre que pode, para rever a família e amigos, e só retorna ao fim de sua alta. “Só fico lá no tempo que o médico autoriza, né? Matar a saudade só enquanto durar o tempo da alta.”

Euzi de Souza depende de doações para sustentar a família e disponibilizou um número de telefone para interessados em ajudá-la: (62) 99651-3521.

Com informações O Hoje

PSDB e PMDB têm maior número de candidatos a prefeito em Goiás



Os dois partidos que há duas décadas polarizam a política estadual lançaram o maior número de candidatos a prefeito neste ano, segundo números do TRE.

O PSDB liderado pelo governador Marconi Perillo e pelo vice José Eliton encabeça 137 chapas municipais.

Já o PMDB lançou 112 candidatos a prefeito. A vantagem numérica da base governista em Goiás cresce consideravelmente se forem somados os candidatos a prefeito de todos os seus partidos: total de 461, mais do que o dobro das 211 chapas municipais encabeçadas por partidos da oposição.

Convém lembrar que em muitos municípios há dois ou mais candidatos a prefeito tanto de partidos da base governista como da oposição.

A superioridade numérica da base também se repete nas maiores zonas eleitorais do Estado. Na Grande Goiânia, por exemplo, os governistas têm 50 candidatos a prefeito, contra 15 da oposição. No Entorno do Distrito Federal, segundo maior colégio eleitoral, são 54 chapas encabeçadas por partidos da base contra 24 da oposição.

Fonte: O Popular

Há 17 anos o Brasil perdia o cantor Leandro




Por Leon Carelli,

Memoráveis anos 90. No dia 23 de junho de 1998, há 17 anos, se despedia do mundo o cantor Luiz José da Costa, mais conhecido como Leandro, da dupla sertaneja Leandro & Leonardo, responsável por hits inesquecíveis e arrebatadores da música sertaneja de sua geração.

Alguns dias antes dessa data, quando eu tinha pouco mais do que cinco anos, estava me entretendo com o vento amarelado das plantações de soja batendo com força no meu rosto, durante uma viagem para a fazenda dos meus avós, no interior de Goiás.

Havia uma revista no banco de trás. Meus primos a folheavam, da maneira que se folheia uma revista quando se é criança. Eu estava distraído, mas durante as duas horas de viagem reparei que a página que mais recebia a atenção e os comentários de todas as pessoas do carro era uma que tinha a foto do Leandro. Ele estava careca. Todo mundo achou estranho. “Continua a luta do cantor Leandro contra o câncer”, era o que provavelmente dizia a revista.

Nessa época as crianças se perguntavam e perguntavam seus pais o porquê das pessoas doentes rasparem a cabeça. “Mãe, por que o Leandro está careca?” Minha mãe disse que o Leandro tinha uma doença chamada câncer, cuja mera pronúncia causava “avemarias” e “misericórdias” das tias. Ela disse também que ele estava assim porque ele plantava tomates quando pequeno, e que de tanto respirar veneno para insetos ele tinha ficado doente.

Todo mundo no carro queria que ele se curasse logo. Eu não cheguei a acreditar que ele morreria de verdade. Descartei a possibilidade. Ficava pensando no tanto que o Leonardo ia ficar triste. “Se ele morrer, não vai mais existir Leandro & Leonardo.” Isso não fazia o menor sentido. Era uma época em que o sertanejo tinha uma composição mais suave, que conquistava gente de qualquer idade. Era cheio de arranjos orquestrais e histórias realistas, que fugiam à pompa dos compositores da MPB, mas trazia reflexões poéticas de coisas práticas da vida.

Morte

Quando ele morreu, dias depois do episódio da viagem, demorou pra cair a ficha. Que eu me lembre, foi uma das primeiras vezes que eu parei pra pensar mais fundo sobre morte. Eu pensava que era impossível alguém tão rico e famoso morrer assim. Os médicos iriam tentar ressuscitá-lo um pouco mais, já que era tão importante. Eu ficava pensando em como Deus teria coragem de levar um cara tão famoso e que tanta gente gostava.

Fiquei com medo de ter câncer, fiquei com medo de alguém da minha família ter câncer, fiquei com medo do meu irmão morrer e fiquei com medo de comer tomate. A televisão mostrou o velório do Leandro. O Leonardo chorava sem parar em cima do caixão dele. Apareceu um monte de gente famosa no velório. Eu mesmo só fui entender o que significava essa história de velório depois que o Leandro morreu. Nos meus poucos anos de vida ainda não havia sido exposto a tal evento.

Todo mundo que eu conhecia estava triste. Até meu pai, que quase nunca ficava triste, e minha avó, que só escutava as músicas da igreja. Parecia que tinha uma nuvem de tristeza envolvendo Goiânia. A cidade tinha perdido uma espécie de herói. Eu li na wikipédia que foram mais de 150 mil pessoas no cortejo dele. Tocava Leandro & Leonardo nas rádios o dia inteiro, e era quase impossível esquecer que o Leandro tinha morrido. Não era difícil encontrar alguém introspectivo, olhando pro nada, pensando na vida.

Hoje o Leandro tem uma memória áurea, heroica, meio santificada. Acho que também é por causa do jeito que ele morreu. Todo mundo acompanhava o sofrimento dele, que durou pouco mais de dois meses. Ele descobriu a doença em abril. Tem a história da infância pobre também. Ele era meio caladão, parecia ser um cara bem simples, matuto. E tinha uns olhos muito bonitos, que chamavam a atenção.

Parece que é isso mesmo que vem na cabeça das pessoas quando alguém revive a memória do Leandro, principalmente pro pessoal mais velho. Esses dias eu senti uma emoção estranha e boa quando assisti a um vídeo dele no youtube, em que ele cantava sozinho a música Catedral. Com o passar do tempo, o sertanejo dos anos 1990 vem conquistando com o envelhecimento o status de nostalgia, e perdendo aos poucos a imagem de brega indigerível, que fãs radicais de outros gêneros musicais apontam.

VOLUME 4

O Volume 4 dos garotos de Goianápolis, lançado em 1990, ocupa até hoje o pódium dos discos mais vendidos de todos os tempos na música brasileira. O sucesso estrondoso da canção Pense em mim ajudou no embalo das vendas, que ultrapassaram a casa dos três milhões e 100 mil cópias. Esses números colocam esse disco atrás apenas de Xou da Xuxa 3 (1988) e Músicas para louvar ao Senhor (Padre Marcelo Rossi, 1998).

O disco por inteiro é considerado um clássico por fãs do gênero. Além de Pense em Mim, outros sucessos consagrados no LP foram Desculpe, mas eu vou chorar, Cadê você (versão de Odair José) e Talismã. Difícil é não saber cantarolar – nem que seja o refrão – de uma dessas canções. Todas essas canções ultrapassam em 2015 a barreira temporal vinte e cinco anos.

Fonte: DM

Após seis dias de buscas, bombeiros encontram corpo de menina que sumiu em riacho enquanto brincava com o irmão, em Guarani de Goiás

  Após seis dias de buscas, os bombeiros encontraram o corpo da menina Tamires Alves dos Santos, de 4 anos, nesta segunda-feira (3). Ela sum...