O governador
de Goiás, Ronaldo Caiado (DEM) está com paciência pelo pescoço com a Enel
Brasil. No último domingo (29/07) também disparou contra a empresa dizendo que
seus serviços eram um desastre. Que a ideia é inaugurar a Policlínica em Posse,
mas "a Enel não tem como oferecer energia para instalar os equipamentos de
exames".
Prevista
para julho, a inauguração teve de ser adiada para agosto, com o governo
alegando falta de fornecimento de energia.
Por meio de
nota, a Enel, no estilo "faz o teu que eu faço o meu", rebateu a fala
do governador e disse que falta gerador de energia para atender a Policlínica
de Posse, que ficou de ser instalada pela Secretária Estadual de Saúde.
Ao dizer que
já havia apelado até para o presidente da República, Jair Bolsonaro uma saída
para a solução do problema, revelou aos produtores em evento em Jataí que a
Policlínica poderia não sair por conta da Enel.
"Estamos
implantando uma policlínica em Posse, no nordeste do Estado, uma das mais
carentes de Goiás, e estou com a informação de que a Enel não tem como oferecer
energia para instalar os equipamentos de exames. E só temos a Enel. Ou ela
atende às nossas demandas ou é inadmissível que continue respondendo pela
distribuição de energia no Estado".
Acontece,
que segundo a Enel, tudo está "dentro dos prazos". O projeto da rede
elétrica que vai atender a Policlínica está em desenvolvimento mas o governo
também precisa fazer sua parte: " A distribuidora esclarece que para a
energização do local, aguarda a instalação do transformador que vai atender o
hospital, que é de responsabilidade da Secretaria Estadual de Saúde."
Veja a nota da Enel na integra:
A Enel
Distribuição Goiás informa que o projeto para a construção da rede elétrica que
vai atender a Policlínica de Posse está em desenvolvimento. A distribuidora
esclarece que para a energização do local, aguarda a instalação do
transformador que vai atender o hospital, que é de responsabilidade da
Secretaria Estadual de Saúde. A distribuidora ressalta que segue os prazos
regulatórios definidos pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).
Fonte: DG

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