Adriana Dourado
recebeu um rim depois de entrar na lista de espera. Ela nos conta sua história
com a doença renal e a vida nova após o transplante.
Este é o
relato emocionante de Adriana Maria Dourado de 32 anos, moradora de Posse Goiás.
Ela conta que perdeu o chão quando descobriu que os seus rins não funcionavam
mais e veio o sofrimento com as seções de hemodiálise e o sofrimento de
descolocar da cidade de Posse e ir até Formosa para tratamento.
Segundo ela
passava até por humilhação, mas em nenhum momento desanimou diante das graves
dificuldades. A história dela mostra que a determinação faz o universo
conspirar a favor da vida.
O que posso
dizer pros meus companheiros que não desista, corra atrás que consegue, o meu
doador foi cadáver que era um rapaz de 23 anos, sempre tive fé que iria
conseguir apesar de ouvir de muitos que seria impossível.
Nos dias
seguintes fiquei fragilizada física e também emocionalmente. Tudo era novo para
mim.
Com o tempo,
me estabilizei e senti-me protegida pelo profissionalismo e a humanização da
equipe do hospital das forças armadas onde foi feito o transplante.
Tive amparo
médico, cuidados essenciais da enfermagem e apoio psicológico dos anjos que
estavam sempre ao meu lado, conta.


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