A Federação
Goiana de Municípios (FGM), vem à público manifestar-se em defesa da verdade e
do municipalismo goiano. A nota torna-se necessária devido a vinculação de
informações equivocadas responsabilizando os municípios e suas administrações,
pela disparidade do número de vacinas em relação ao quantitativo
disponibilizado pelo Ministério da Saúde, além de acusar uma estocagem de doses
por parte dos Gestores.
As duras
críticas são falsas e não reconhecem o trabalho, tão pouco as dificuldades
vivenciadas no enfrentamento da Covid-19.
O Sistema de
Informações do Programa Nacional de Imunizações (Sipni), plataforma em que os
gestores da saúde creditam o recebimento e a aplicação das doses, desenvolvida
pelo Ministério da Saúde, enfrenta dificuldades técnicas e até de operação.
Dificuldades estas, corroboradas tanto pelo Governo Estadual, em reunião na manhã
desta quinta-feira, quanto pelo Federal. Que confirma o fato com o envio de um
Ofício Circular, elaborado pela Secretaria Especial de Assuntos Federativos, na
de quarta-feira (7), aos municípios goianos, que diz respeito à
operacionalização da plataforma do Ministério. De forma tardia.
Destaca-se,
conforme exposto no próprio site do Ministério da Saúde, que a diferença entre
as doses distribuídas e aplicadas também se explica pelos diferentes cenários
nas salas de vacina, ou seja, por questões tangentes à informatização e pessoal
disponível para digitação, bem como pela atualização do sistema da Pasta. Os
dados do Painel Nacional também podem apresentar diferenças em relação às doses
aplicadas até aquele momento, pois nem todo registro digitado é automaticamente
atualizado na base do Ministério.
A FGM
ressalta o compromisso dos Prefeitos e Prefeitas pela imunização de toda a
população goiana, as vacinas estão sendo usadas, o povo está sendo vacinado. As
Gestões não estão estocando doses, a orientação desde o começo do Plano
Nacional de Imunização (PNI) é a aplicação das doses e assegurar a segunda
dose, em nenhum momento a pilhagem e o desrespeito aos grupos prioritários
foram considerados. Os Líderes municipalista respeitam o PNI, tanto que em
números levantados pela FGM, em doses recebidas, os municípios ultrapassaram
90% de aplicação de vacinas. É com pesar que representantes sejam culpados por
problemas técnicos na auditoria dos números.
A
dissonância entre esses quantitativos é potencialmente indutora à leitura
errônea da aplicação ou falta das doses. Assim, a polêmica encerra-se com
melhorias na atualização do Sistema de Informações do Programa Nacional de
Imunizações.
Fonte: FGM

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