Assinada
pelo governador Marconi Perillo (PSDB) em 2011, a construção da barragem do
Córrego Bandeirinha, na cidade de Formosa, região do Entorno de Brasília, está
parada.
A obra, que
tem custo estimado em R$ 16,563 milhões, provenientes de convênio com o governo
federal, por meio do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2), e o governo
do Estado, é fundamental para amenizar a falta de água em Formosa.
A Saneago
caminha para substituir a Celg, em processo de privatização, em ineficiência e
endividamento, apesar da tarifa cada vez mais cara.
No mês
passado, a bancada de oposição na Assembleia Legislativa entrou com
representação no Ministério Público para abrir a “caixa preta” da Saneago. Há
20 anos o processo licitatório é vencido pelas mesmas empresas (Leia
aqui).
A obra, que
completou quatro anos e recebeu duas visitas do governador Marconi, já
atravessou duas gestões – do pepitas Pedro Ivo (PP) e o atual prefeito Itamar
Barreto (PSD) –, e até hoje quase nada foi feito. Itamar é correligionário do
secretário estadual do Meio Ambiente, Recursos Hídricos, Infraestrutura, Cidades
e Assuntos Metropolitanos, Vilmar Rocha, mas não consegue tirar Formosa da
seca.
Fonte: Goiás
Real

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